Irashaimasse... Este espaço é "irmão" da comunidade do orkut Movimento Dekassegui no Japão. Chamei-a assim porque há muitos dekasseguis (pessoas que saem de sua terra natal para trabalhar temporariamente em outro lugar) e eu faço parte desta comunidade de filhos e netos de japoneses que migraram para o Brasil. Domo arigato gozaimasu.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Treinamento de socorro após terremoto

Jornal Tudo Bem - Treinamento de socorro após terremoto
Treinamento de socorro após terremoto
Ao deparar com vítimas de um grande terremoto, as pessoas precisam estar preparadas para saber quem precisa de socorro
por Claudio Endo, de Shizuoka

28.11.2007

O treinamento serviu para que os participantes tivessem noção de como avaliar a gravidade de um ferido que foi vítima de terremoto

Quando ocorrer um forte terremoto, a prioridade é buscar sua própria segurança. Mas, ao sair ileso de uma tragédia, cada pessoa torna-se importante para ajudar os vizinhos que ficaram feridos. Para que leigos em medicina possam fazer uma triagem das vítimas que precisam ser atendidas com urgência – em meio a uma multidão de pessoas que pedem socorro –, várias entidades se reuniram para fazer um treinamento de auxílio médico em Hamamatsu (Shizuoka), domingo 11.

A ação foi dividida em duas etapas. Pessoas maquiadas com tinta vermelha (como se fosse sangue) e roupas rasgadas começaram a gritar por socorro. Os participantes tiveram que fazer uma triagem das vítimas que precisavam ser socorridas com urgência.

Segundo instrutores, a primeira providência é verificar se a pessoa pode andar – se puder, é preciso indicar que sofreu apenas ferimentos leves e não precisa de atendimento imediato. A prioridade é atender vítimas gravemente feridas.

Providências
Entre as pessoas que estão deitadas e sem possibilidade de locomoção, a primeira providência é verificar se elas estão respirando, ou se sofreram fraturas e hemorragia. Também é importante verificar o batimento cardíaco.

Depois, durante a triagem médica feita por profissionais, as vítimas são obrigadas a pendurar no pescoço um cartão identificado por quatro cores: vermelho (atendimento emergencial), amarelo (atendimento com possibilidade de espera), verde (apenas para observação) e preto (pessoa já morta). Através das cores, a ambulância ou o hospital saberá quem priorizar.

O vice-presidente da Associação Brasileira de Hamamatsu (Abrah), Marcelo Yoshimura, que assistiu ao treinamento, disse que seria importante a participação de estrangeiros nesse, e em outras atividades promovidas pelas associações de moradores. Segundo ele, os organizadores prometeram convidar brasileiros para fazer parte do treinamento que deve ocorrer no ano que vem.